Diário dos Sonhos: 24/07/2009

Enviado em Sonhos de Andrea Andrade | 3 de Agosto de 2010 @ 14:41

Tive 3 sonhos, dos quais me lembro nesta noite.

Primeiro
Contratei um detetive onírico para me seguir pois tinha dúvidas a respeito do que faria enquanto estivesse dormindo.

Segundo
Participei de um velório em um balão vermelho gigantesco que constratava com o azul brilhante do céu.
A claridade do dia era tamanha que neste sonho todos usavam óculos escuros inclusive o morto.

Terceiro

Ambulâncias seguiam em alta velocidade por uma rua.
Quando eu e minha mãe vimos que a rua não tinha saída, fechamos os olhos esperando a colisão, mas para nossa surpresa as vans atravessaram os muros sem colidir.

Mensagens:
Ainda não tenho uma mensagem a respeito, o que me enche de novas ideias e teorias.
Adoro significados ocultos que precisam de teorias para serem desvendados.
Penso que tTalvez o que “parece” impossível passar a ser possível quando compreendemos que nossa consicência tem um certo limite para razão, tentar compreender o incompreendível é o mesmo que voar num avião sem asas.

Meu diário dos sonhos

Enviado em Sonhos de Andrea Andrade | 5 de Julho de 2010 @ 02:14

A partir de hoje postarei eventualmente alguns sonhos que me ocorreram desde 2006. Reescrever e reler o que sonhei para mim é muito interessante pois dependendo do dia obtenho um significado que antes nem havia passado por minha cabeça. Meus sonhos são e serão reflexões diárias das quais consigo tirar uma nova mensagem cada vez que leio.

Data do sonho: 14/10/08

Eu e duas amigas estávamos sendo perseguidas por um carro, isso vinha acontecendo há meses, só que neste dia o trânsito estava mais calmo e havistamos um senhor, na faixa dos 60 anos, alto de cabelhos grisalhos penteados para trás. Algo em seu semblante nos fez segui-lo. O senhor entrou numa fábrica nas redondezas rurais. Não me lembro certo o que aconteceu mas o fato é que fomos jogadas para fora do carro e caimos atrás de umas moitas de cactus. Como nosso perseguidor ainda estava por perto, ficamos escondidas, quando de repente fui apanhada por um homem que me levou para uma vila entre as motanhas repleta de pessoas que trajavam túnicas azuis. Me deixou na casa de um casal de idosos que me trataram bem. Ofereceram pão que tinham acabado de fazer e depois me maquiaram tão perfeitamente, que meus traços ocidentais foram facilmente mascarados pela maquiagem oriental que fizeram em meu rosto. Depois me vestiram como uma japonesa. Senti que para que eu saísse com vida dali seria preciso ficar disfarçada.

Mensagem: As vezes é necessário adotarmos uma “postura” oposta da qual estamos acostumados para que possamos atingir o que desejamos.
Grandes tranformações acontecem quando mudamos nossos padrões.